Única mulher na ALMT assume presidência e diz que vai priorizar reabertura da Santa Casa

Janaina é a única parlamentar mulher na Assembleia Legislativa e foi a mais votada do estado nas eleições de outubro do ano passado, com 51.546 votos.

Janaina Riva assume a presidência no lugar de Eduardo Botelho. — Foto: Maurício Barbant/ALMT

A deputada estadual Janaina Riva (MDB) é a primeira mulher a assumir a presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

O presidente, deputado Eduardo Botelho (DEM), pediu licença de 120 dias para resolver assuntos particulares e, neste período, a parlamentar comanda a Assembleia.

Nas redes sociais, Janaina ressalta o fato de ser a primeira mulher a ocupar a presidência do legislativo estadual.

“Que dia especial não só pra mim, mas para todas as mulheres desse estado. Em 19 legislaturas, hoje, pela primeira vez na história de Mato Grosso, uma mulher assume oficialmente a presidência da Assembleia Legislativa. Sei que ninguém chega a lugar algum sozinha e, por isso, quero aproveitar esse espaço para agradecer a cada pessoa que contribuiu para que eu chegasse até aqui”, disse a deputada.

Ainda segundo ela, a prioridade é resolver a questão da Santa Casa de Cuiabá, que está fechada há mais de um mês.

“Assumo a presidência com missão prioritária de dar sequência às tratativas relacionadas à Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá e farei o que estiver ao meu alcance para que essa celeuma chegue ao fim. Por último quero que cada mato-grossense de nascença ou de coração se sinta um pouco presidente enquanto eu estiver à frente do Legislativo”, disse.

Janaina é a única parlamentar mulher na Assembleia Legislativa e foi a mais votada do estado nas eleições de outubro do ano passado, com 51.546 votos.

Botelho está no segundo biênio como presidente da Assembleia e nunca havia tirado licença.

Na vaga de Botelho, enquanto deputado, assume o terceiro suplente Toninho de Souza (PSD), que é vereador por Cuiabá.

O segundo suplente é Romoaldo Júnior, que já ocupa a vaga deixada por Allan Kardec (PDT).

Por Flávia Borges, G1 MT

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